Tendências MARNIN – Junho 2018

Com o verão à porta, volta a preocupação com o cuidado da pele quando exposta ao sol. Esta é a altura do ano em que há um pico na compra de protetores solares, e este ano não é exceção. Mas há uma nova tendência, amiga dos corais, no que a este produto diz respeito. Se está interessado na proteção do ambiente e de habitats, este artigo é para si!

Tendências MARNIN – Junho 2018

Recentemente, falou-se nas notícias de uma lei havaiana que proibia o uso de protetor solar nas suas praias, a partir de 2021. Mas este título é enganador: não se trata de uma proibição ao uso destes produtos (que, aliás, são essencias para a nossa saúde nos meses em que estamos mais expostos ao sol), mas sim de uma lei que não permite que se usem protetores solares que contenham oxibenzona e octinoxato na sua composição. Estes ingredientes estão a ser proibidos devido ao seu efeito negativo nos corais, causando o seu branqueamento e mesmo a sua morte.

Numa tentativa de proteger o ecossistema, a solução encontrada foi criar essa lei, que se espera que seja seguida por mais países do mundo brevemente. Mas não se preocupe: encontrar um substituto para estes produtos não é uma tarefa de titãs. Muitos protetores solares são constituídos por minerais, como o óxido de zinco e dióxido de titânio, que não causam nenhum problema aos recifes de coral e protegem na mesma a sua pele das agressões solares.

Estes produtos funcionam criando uma barreira entre a sua pele e os raios solares, ao contrário do que acontece nos protetores que utilizam químicos, onde os raios ultra-violeta são absorvidos e libertados sob a forma de calor através da pele.

Assim, caso esteja interessado neste tipo de produto, basta estar atento à composição de cada protetor solar e evitar aqueles que contenham oxibenzona e octinoxato, optando por protetores de base mineral. Com esse gesto, está a ajudar a vida marinha e a proteger-se eficazmente dos raios ultra-violeta!


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